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7 min de leitura 14 fevereiro. 2022

1000 unicórnios no mundo: como isso afeta seus investimentos

# G2D Investments
1000 unicórnios no mundo: como isso afeta seus investimentos

Em fevereiro de 2022, o mundo atingiu a marca de 1000 unicórnios. Agora, existem pelo menos 1000 startups que valem mais de 1 bilhão de dólares no planeta, segundo a consultoria CB Insights. Juntas, elas valem mais de 3,2 trilhões de dólares. Essa é uma marca intrigante por vários motivos, especialmente porque afeta investidores pessoa física em escala global.

Uma startup unicórnio é uma empresa do tipo mais raro. A métrica que define um unicórnio é o valuation de 1 bilhão de dólares. Porém, para atingir esse patamar, uma companhia precisa ter várias virtudes: alto crescimento, time de alta performance e modelo de negócio disruptivo, baseado em eficiência e tecnologia.

Justamente por combinar tantas características raras, é muito difícil encontrar esse tipo de companhia. Não é à toa que uma startup como essa leva o nome de uma criatura mitológica.

Mas o que a proliferação de unicórnios tem a ver com as aplicações financeiras das pessoas? É isso o que vamos descobrir a partir de agora.

Top 10: unicórnios mais valiosos do mundo

Segundo a CB Insights, essa é a lista das maiores startups unicórnio do mundo de acordo com seu valuation:

(nome da startup: valuation)

  • Bytedance, a dona do app TikTok: US$ 140 bilhões;
  • SpaceX, a empresa de foguetes de Elon Musk: US$ 100,3 bilhões;
  • Stripe: US$ 95 bilhões;
  • Klarna: US$45,6 bilhões;
  • Epic Games: US$ 42 bilhões;
  • Canva: US$ 40 bilhões;
  • Checkout.com: US$ 40 bilhões;
  • Instacart: US$39 bilhões;
  • Databricks: US$ 38 bilhões;
  • Revolut, rival do Nubank no Reino Unido: US$ 33 bilhões.

Top 10: países com o maior número de startups unicórnio

(país: quantidade de startups unicórnio)

  • Estados Unidos: 487 empresas;
  • China: 170 empresas;
  • Índia: 55 empresas;
  • Reino Unido: 37 empresas;
  • Alemanha: 25 empresas;
  • França: 20 empresas;
  • Canadá: 16 empresas;
  • Brasil: 15 empresas;
  • Singapura: 12 empresas;
  • Coreia do Sul: 11 empresas.

Países com maior número de unicórnios

Top 15: maiores unicórnios brasileiros

(nome da startup: valuation)

  • Quinto Andar: US$ 5,10 bilhões;
  • C6 Bank: US$ 5,05 bilhões;
  • Nuvemshop: US$ 3,10 bilhões;
  • Wildlife Studios: US$ 3 bilhões;
  • Loft: US$ 2,90 bilhões;
  • CloudWalk: US$ 2,15 bilhões;
  • Loggi: US$ 2 bilhões;
  • Creditas: US$ 1,75 bilhões;
  • Olist: US$ 1,50 bilhões;
  • Movile: US$ 1 bilhão;
  • iFood: US$ 1 bilhão;
  • Ebanx: US$ 1 bilhão;
  • MadeiraMadeira: US$ 1 bilhão;
  • Unico: US$ 1 bilhão;
  • CargoX: US$ 1 bilhão.

O impacto de uma startup unicórnio na economia

Só 0,07% das startups se tornam unicórnios. Ou seja: apenas sete em cada 10 mil empresas desse universo alcançam o status. A estimativa foi feita há cerca de dez anos por Aileen Lee, fundadora do fundo de Venture Capital Cowboy Ventures.

No entanto, muita coisa mudou desde que esse cálculo foi publicado pela primeira vez. Os investimentos em Venture Capital cresceram à medida em que as taxas de juros das economias desenvolvidas caíram.

Uma vez que manter todo o dinheiro em moeda forte e aplicações seguras já não dava mais tanto retorno, investidores no mundo todo começaram a se movimentar em busca de resultados melhores. Foi assim que países emergentes passaram a receber mais capital estrangeiro e o Venture Capital no mundo acelerou.

Em teoria, isso é benéfico para a economia real, pois ajuda na criação e no desenvolvimento de empresas, que passam a investir mais em tecnologia e inovação.

Sem depender dos bancos para ter financiamento e com um tempo maior para devolver o dinheiro investido, as startups têm mais liberdade para focar em seu desenvolvimento. Assim, elas crescem mais, geram mais empregos e criam produtos e soluções melhores para a sociedade.

O papel dessas empresas é tão importante que Larry Fink, CEO da BlackRock, escreveu em sua carta anual de 2022 que os próximos 1000 unicórnios serão relacionados à green economy: companhias que ajudam o mundo a reduzir emissões de carbono e permitem uma transição para energia limpa com preço acessível.

Como o Venture Capital levou à marca global dos 1000 unicórnios

Se você tem uma conta digital sem tarifa, um cartão de crédito sem anuidade ou usa um certo aplicativo de vídeos curtos, sabe o que o boom do Venture Capital e os 1000 unicórnios significam na prática. Mas como será que chegamos a esse ponto?

A receita do Venture Capital tradicional é investir em uma startup promissora durante alguns anos (ou décadas) e aguardar o retorno sobre o investimento. No final do período, pode ser que a empresa vá bem e compense em muitas vezes o capital investido. Mas o contrário também pode acontecer: a firma pode fechar e o dinheiro é perdido.

Nessa modalidade, tradicionalmente um grupo de investidores junta dinheiro para formar um fundo. Esse fundo tem a missão de investir em uma determinada quantidade de empresas por um prazo fechado. O mais comum é que esse prazo fique entre cinco e 15 anos.

O ponto é que os investimentos em Venture Capital são feitos de forma privada, não em mercados públicos como a bolsa de valores. Logo, como as pessoas comuns não têm acesso a essa modalide de aplicação financeira, não podem usufruir dos retornos exponencias a que os fundos dessa categoria têm acesso.

Como os 1000 unicórnios afetam os investimentos das pessoas comuns?

A mecânica do Venture Capital tradicional acaba excluindo as pessoas físicas. Como esses investimentos são feitos via fundos, eles só podem ser acessados por investidores profissionais ou institucionais (outros fundos de investimento) ou pessoas com muito dinheiro.

Levantar dinheiro dessa forma se tornou uma alternativa tão interessante que as empresas até passaram a levar mais tempo para fazer um IPO. Se antes uma companhia levava cinco anos para abrir seu capital na bolsa, hoje o tempo médio é de 12 anos.

Inclusive, essa discussão foi levantada pelo Diretor de RI da G2D Investments, Carlos Pessoa Filho, em um artigo para a Informoney.

Investidores estão preocupados com o fato de que as empresas privadas que mais crescem nos EUA estão passando por sua fase de desenvolvimento mais acelerado – e de maior geração de retorno – fora do alcance dos investidores de Bolsa.

Carlos Pessoa Filho, Diretor de RI – G2D Investments.

Para os investidores comuns, isso significa menos opções de investimento. Como os mercados públicos (as bolsas de valores e os mercados de títulos) são a única forma do investidor médio fazer aplicações com menos dinheiro, ele acaba afastado do alto crescimento das startups unicórnio. Entenda mais no vídeo a seguir.

Como a G2D está ajudando a resolver esse problema

A G2D Investments é uma empresa de Venture Capital na bolsa de valores, com papéis negociados por meio do código G2DI33. Com uma única aplicação, qualquer pessoa pode investir em negócios privados de alto crescimento, que antes só estavam ao alcance de quem tinha muito dinheiro.

Em nosso portfólio, temos negócios no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Eles são líderes de mercado e estão trabalhando para melhorar a vida das pessoas. Nossos investimentos são focados em tecnologia, bens de consumo e marcas ESG. Entre as nossas investidas, já temos pelo menos oito unicórnios. Veja quais são a seguir.

Startups investidas da G2D por meio da Expanding Capital, fundo de Venture Capital no Vale do Silício:

  • Clover Health;
  • Cameo;
  • Farmers Business Network;
  • Fair;
  • Turo;
  • ClassPass.

Startup investida da G2D por meio da The Craftory, fundo de Venture Capital focado em bens de consumo:

  • NotCo.

Investimento direto da G2D:

  • Mercado Bitcoin.

Entender os fatores que levaram à marca dos 1000 unicórnios no mundo é interessante não só para compreender o cenário global. É importante também para mapear tendências e saber como se posicionar diante do que está acontecendo no mundo. Agora que você tem esse conhecimento, temos um convite para você: acesse o site da G2D e entenda melhor como podemos te ajudar a investir nas empresas que mais crescem.

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