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5 min de leitura 22 julho. 2022

CBDC: conheça as moedas digitais de bancos centrais

# G2D Investments
CBDC: conheça as moedas digitais de bancos centrais

Por acaso, você já se familiarizou com a sigla CBDC? Se você nunca ouviu falar nisso, é bom se informar. Afinal, o conceito de moeda digital de banco central é uma tendência do mercado financeiro ao redor do mundo. Inclusive, o Brasil pode ter a própria moeda digital em pouco tempo!

CBCD (Central Bank Digital Currency) entra em pauta no nosso país em 2021, quando o Banco Central anunciou os critérios para o desenvolvimento da versão digital do Real. Isso gerou um tremendo burburinho e uma série de dúvidas sobre o assunto.

Se você ainda está por fora dessa discussão e quer mais informações, não se preocupe! Neste post, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre moeda digital CBDC e Real digital. Também esclarecemos as diferenças entre CBDC e criptomoedas. Confira!

O que é CBDC

Antes de tudo, precisamos deixar bem claro o que é CBDC. Trata-se de uma moeda digital emitida por um banco central. Em outras palavras, a versão virtual da moeda utilizada em determinado país. 

Ela pode ser usada da mesma maneira que o dinheiro “analógico”, servindo para realizar transações comerciais, aplicar, guardar na reserva, precificar produtos e serviços.

É verdade que as operações financeiras digitais já são uma realidade há muito tempo! Hoje, grande parte das transações são feitas digitalmente. Entretanto, o Banco Central só emite dinheiro em espécie. Com a criação de uma CBDC, como é o caso do Real digital, ele também seria capaz de emitir moedas virtuais. 

Qual é a diferença entre CBDC e criptomoedas?

Esta dúvida é bem comum, mas simples de entender: uma CBDC funciona como uma moeda digital estatal, criada pelo banco central do país e administrada pelo governo. Trata-se de uma moeda centralizada e regulada por uma instituição ligada às autoridades monetárias do território. 

Por outro lado, as criptomoedas são descentralizadas, ou seja, não são emitidas nem distribuídas por nenhum governo. Embora também sejam moedas digitais, elas diferem da CBDC por não serem reguladas pelo Estado nem pelo Banco Central, mas pelos próprios usuários. 

Como as moedas digitais estatais são controladas pelos bancos centrais, o blockchain não costuma ser aberto. Ou seja, os dados das transações realizadas não são públicos, mas restritos aos órgãos governamentais. 

Além disso, as criptomoedas são mais usadas como ativos financeiros, como investimentos, em vez de moedas de troca propriamente. No entanto, a CBDC funciona como dinheiro comum e é utilizada para transações financeiras, como pagamentos e transferências. 

Qual é a diferença entre CBDC e dinheiro convencional?

A moeda digital de bancos centrais opera de modo semelhante ao dinheiro comum, fiduciário. A diferença é que a moeda convencional existe fisicamente, enquanto a digital só existe virtualmente, em uma rede blockchain. Com a CBDC, o banco é substituído pela carteira digital emitida por um banco central.

Os objetivos seriam principalmente diminuir os custos administrativos e conferir mais agilidade às transações financeiras. Entretanto, embora a CBDC seja muito promissora, ainda está no início do desenvolvimento. Até o presente momento, nenhuma CBDC foi implementada em larga escala. 

CBDC e Real digital

Diversos países mantêm a CBDC sob radar e planejam lançar as próprias moedas digitais em um futuro próximo, incluindo o Brasil. Recentemente, o Banco Central brasileiro iniciou os estudos sobre moedas digitais emitidas por bancos centrais, para analisar o impacto e as vantagens do Real em formato virtual.  

O Real digital pode estar mais próximo do que se pensa. A expectativa é que seja lançado em 2023, com a promessa de revolucionar as operações financeiras em território nacional. Nove instituições financeiras participam desse projeto. Entre elas, o Mercado Bitcoin, uma empresa que integra o portfólio da G2D. 

A criação do Real digital permitirá que os brasileiros realizem qualquer tipo de operação financeira de modo totalmente digital. Na prática, a moeda funcionará como as velhas notas de Real, só que “armazenadas” em ambiente virtual em vez de serem guardadas na carteira. 

O que muda com uma CBDC?

Com uma CBDC, as transações monetárias tornam-se mais simples, rápidas e práticas, já que é possível receber e enviar dinheiro somente com o endereço da carteira digital, sem complicações nem burocracias. 

Além disso, a CBDC tem tudo para causar uma enorme evolução na maneira como as transações financeiras são concretizadas, sobretudo no que diz respeito às operações internacionais. 

O potencial de implementação de moedas digitais em larga escala é imensurável, pois concentrar a gestão de uma moeda estatal em uma rede blockchain abriria diversas portas, com muitas possibilidades! 

Por exemplo, no futuro, quando houver uma regulamentação global sobre a CBDC, qualquer transferência ou pagamento internacional poderá ser feito diretamente, sem a necessidade de mediação de várias instituições financeiras. Inclusive, isso facilitaria muito a vida de quem investe internacionalmente!

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