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3 min de leitura 02 dezembro. 2022

Como diluir riscos no venture capital

# G2D Investments
Como diluir riscos no venture capital

Como diluir riscos no venture capital? Carlos Pessoa, diretor da Relação com Investidores da G2D, conversou sobre o assunto com Tiago Reis, fundador da Suno Research.

Venture capital é, por definição, “capital de risco”: é o dinheiro investido em empresas iniciantes. Elas ainda estão pequenas demais para captar dinheiro via abertura de capital em Bolsa, em um IPO. Por não terem um longo histórico de resultados, essas empresas pagariam caro por empréstimos bancários. Por isso, buscam o venture capital.

Mas é possível diluir o risco do capital de risco. No podcast, Carlos falou sobre três das estratégias adotadas pela G2D:

  1. Diversificação de investimentos
  2. Maturidade das empresas investidas
  3. Diversidade de tipos de empresas investidas

Ao investir na G2D, pelo ticker G2DI33 na B3, investidores de qualquer porte se beneficiam de nossas estratégias de diversificação.

Diversificação de investimentos em venture capital

Para diluir o risco do capital de risco, diz Carlos, é importante diversificar: investir em dezenas de empresas de qualidade. Dificilmente uma pessoa consegue fazer isso, no dia a dia.

“Você precisa ter 100 empresas para ter chance de dobrar o capital em 10 anos. Para ter 100 empresas, você precisa analisar 500, 1000 empresas, para dizer: essas são realmente boas. Isso dá trabalho, é muito complicado”, afirma. “A G2D se propõe a fazer isso: a ser um veículo de diversificação de investimentos”.

Maturidade das empresas investidas em venture capital

Existem vários tipos de empresas iniciantes: desde aquelas que são pouco mais do que uma ideia, até aquelas mais maduras, que estão perto do IPO. A G2D investe nessas últimas.

“Nossa tese é investir em companhias de alto crescimento, que não são mais startups. O faturamento médio das empresas do nosso portfólio, no primeiro semestre de 2022, cresceu 20% em relação ao ano passado. Está em torno de 110, 120 milhões por empresa. Então não é startup”, diz Carlos. “São empresas que já estão provadas, têm canal de distribuição, têm funcionários, clientes, balanço… A gente acredita que nessa fase está a melhor relação entre risco e retorno do investimento: companhias com muita estrada pela frente, muito espaço para crescer, mas que já deixaram para trás o grande risco de quebrar”.

Diversidade de tipos de empresas investidas em venture capital

A G2D investe em empresas de setores diversos, como finanças, consumo e educação; em lugares diversos, como Brasil, Europa e Estados Unidos; diretamente ou ao investir nas empresas de investimentos The Craftory e Expanding Capital.

“A gente não queria ficar refém de uma geografia. Eu queria poder olhar no mapa a qualquer momento e responder: onde eu terei a melhor relação risco/retorno? É nessa oportunidade nos Estados Unidos, é nessa no Brasil ou nessa na Europa? Olhar só para o Brasil seria muito limitado”, diz Carlos. “Hoje, as oportunidades concorrem globalmente pelo nosso investimento. Assim a gente consegue reduzir a exposição a ciclos macroeconômicos específicos de alguma região”.

Outra consequência de investir em vários lugares do mundo é distribuir o risco entre diferentes moedas. “Temos exposição ao dólar, ao real, à libra e ao euro”, diz o diretor de RI da G2D.

A entrevista de Carlos Pessoa foi o sexto episódio do programa Entre Reis e CEOs, apresentado pelo Stock Pickers, um canal do Infomoney. Confira a entrevista no link a seguir: