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5 min de leitura 04 abril. 2022

Decacórnio: conheça um tipo ainda mais raro de startup

# G2D Investments
Decacórnio: conheça um tipo ainda mais raro de startup

Você sabe o que é decacórnio? Nos últimos anos, o termo se tornou mais presente no vocabulário da nova economia, apesar de tratar de um tipo ainda mais raro de negócio.

O termo startup unicórnio foi criado no início dos anos 2010 para se referir a empresas com valuation acima de 1 bilhão de dólares. A startup decacórnio é uma evolução desse conceito, como você vai ver aqui.

Mas o que define esse tipo de empreendimento? Quais negócios atingiram esse patamar? Continue conosco neste artigo e entenda.

O que é decacórnio?

Decacórnio é um termo usado para designar as startups que valem mais de US$ 10 bilhões. O termo é derivado de unicórnio, como são chamados os novos negócios avaliados em um bilhão de dólares.

A palavra unicórnio é usada para ressaltar a raridade – quase mítica – de empreendimentos com esse grau de sucesso. Quer dizer, isso seria verdade há algum tempo. Atualmente, startups com esse valor de mercado já são mais comuns. Tanto que foi necessário multiplicar o apelido em dez vezes, criando o decacórnio.

Ainda assim, vale destacar que fazem apenas 15 anos desde que o primeiro decacórnio surgiu. O Facebook, agora Meta, foi a primeira a alcançar esse status, em 2007. Afinal, desenvolver um modelo de negócio inovador, que cresce exponencialmente e consegue valer mais de US$ 10 bilhões não é algo simples.

Em geral, esses negócios compartilham algumas características, como serem privados, baseados em alta tecnologia e apoiados por capital de risco. Também são companhias que buscam propor soluções em meio às mudanças de comportamento do consumidor.

O fator “empresa privada” é bastante relevante para que uma organização possa ser chamada assim. Quando startups avaliadas em mais de US$ 10 bilhões são adquiridas ou listadas em bolsa, não podem mais ser descritas como decacórnios.

Além disso, tratam-se de empresas iniciantes que tendem a ser valorizadas pelo seu potencial de crescimento e não pelo seu histórico financeiro. Isto é, coloca-se a escalabilidade do negócio acima de uma prévia performance financeira entre os requisitos mais relevantes.

Quais são as empresas consideradas decacórnios?

Atualmente, apenas algumas seletas startups integram a categoria. Em escala global, somente 41 organizações atingiram esse patamar, segundo ranking da consultoria americana CB Insights. A maior parte delas vem dos Estados Unidos ou da China.

A mais valiosa é a Bytedance, empresa chinesa de inteligência artificial que é dona do TikTok. O negócio privado teve negociações no mercado secundário de private equity onde foi avaliado em cerca de US$ 300 bilhões, segundo a Reuters.

A SpaceX, empresa norte-americana de serviços de transporte espacial, também integra a lista. Fundada em 2002 por Elon Musk, a SpaceX já chegou a US$ 100 bilhões em valor de mercado.

Apesar de não ter tantas empresas na lista quanto os países acima, vale a pena ficar de olho no ecossistema de startups da Indonésia. O país é um dos que mais cresce no Sudeste Asiático em termos de economia digital.

A J&T Express, por exemplo, é uma empresa indonésia do setor de delivery e logística que faz barulho ao manter conexões com a Oppo e a Shoppe. Hoje, busca expansão global e é avaliada em US$ 20 bilhões, segundo a CB Insights.

No Brasil, a empresa que se destaca por integrar a categoria é a Brex. A fintech fundada pelos brasileiros Henrique Dubugras e Pedro Franceschi em 2017 levantou US$ 300 milhões em uma rodada de investimento. Em 2021, a Brex foi avaliada em US$ 12,3 bilhões.

Desde sua fundação, a fintech levantou US$ 1,5 bilhão em dívida e equity, incluindo a última rodada. Foi avaliada em US$ 10 bilhões em pouco mais de quatro anos.

Por fim, a Nubank também já foi a primeira fintech brasileira a ter valuation de US$ 10 bilhões sem a abertura do seu capital, em 2019. Entretanto, a empresa entrou oficialmente na Bolsa de Valores no final de 2021.

Invista em startups com a G2D

A G2D pode te ajudar a investir nos próximos negócios avaliados em U$ 10 bilhões. Mas antes, uma breve explicação sobre as oportunidades de investimentos que a G2D Investments oferece.

Somos uma empresa de Venture Capital que investe em companhias em fase pré-IPO. Isso significa que temos participações em negócios em fase de crescimento exponencial. Para se ter uma ideia, a G2D já foi investidora da Coinbase, cujo valor de mercado supera os US$ 80 bilhões.

A Coinbase permite a compra de moedas digitais como Bitcoin e Ether. Em 2021, a empresa estreou na Nasdaq, sendo a primeira plataforma de criptomoedas a ter seus papéis listados. Na ocasião, a Coinbase trouxe um retorno de 700% à G2D, que era investidora da corretora.

Em nosso portfólio temos marcas como Mercado Bitcoin, Blu e NotCo. Através dos nossos papéis listados na B3, com o ticker G2DI33, quem investe na G2D também se torna sócio dessas companhias.

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