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5 min de leitura 10 fevereiro. 2022

DEFI11: como investir no ETF de finanças descentralizadas

# G2D Investments
DEFI11: como investir no ETF de finanças descentralizadas

Já pensou em investir no universo de DeFi, das finanças descentralizadas? O DEFI11 é um ETF que permite ter dinheiro investido em várias iniciativas relacionadas a essa tecnologia por meio de uma só aplicação.

O DEFI11 começou a ser negociado na B3, a bolsa de valores brasileira, em feveiro de 2022. A gestora desse ETF é a Hashdex, especializada em criptoativos. Ela também é responsável pelo HASH11, o primeiro ETF de Bitcoin do mercado brasileiro.

A partir de agora, vamos entender melhor o que é o DEFI11, qual é a sua composição e quando vale a pena investir em finanças descentralizadas. Continue conosco e descubra as respostas!

O que é ETF?

A sigla ETF vem do inglês e significa Exchange Traded Fund, ou fundo negociado em bolsa. Outro nome para esse tipo de investimento no Brasil é fundo de índice, pois todo ETF é baseado em um índice financeiro.

Inclusive, na hora de declarar o Imposto de Renda sobre ETF, é a categoria de fundos de índice que você deve buscar para lançar os seus investimentos nessas aplicações.

O código de negociação ou ticker de qualquer ativo negociado na bolsa brasileira é composto por quatro letras e dois números. No caso dos ETFs, os números são sempre 11. Assim, temos:

DEFI11
As quatro letras identificam a empresa
Os dois números indicam o tipo de ativo

Em relação à tributação, os ETFs estão sujeitos ao IR de 15% sobre o lucro com as operações. Não há limite de isenção, como acontece no investimento em ações na modalidade swing trade.

Além disso, o imposto precisa ser recolhido mensalmente quando houver operações de venda e ser pago por meio de um DARF, o documento de arrecadação da Receita Federal.

>>> Veja mais: como declarar BDR e ETF no Imposto de Renda

Qual é a composição do DEFI11 ?

O DEFI11 é um ETF de finanças descentralizadas. Na prática, quer dizer que ele investe em ativos desse universo ou em ações de empresas que criam soluções baseadas nessa tecnologia.

O nome completo do ETF é DEFI Modified Composite Index11. Ele espelha o CF DeFi Modified Composite Index. Ele é composto por três categorias de aplicação que garantem exposição a todos os elementos da cadeia de valor de DeFi.

Segundo a Hashdex, o objetivo do DEFI11 é ser uma ferramenta de diversificação em ativos desse setor, uma vez que ele tem grande potencial para transformar o mercado financeiro tradicional.

Além disso, como o ETF é uma aplicação tradicional do mercado, ele precisa se adequar aos padrões de negociação da bolsa de valores.

Dessa maneira, ele permite, por exemplo, que investidores institucionais (fundos de hedge, de pensão, de previdência complementar, fundos soberanos, endowments e assim por diante) tenham acesso a novos mercados.

O índice deve contar com um total de 12 ativos, divididos em três categorias.

Protocolos DeFi

Oferecem soluções para serviços financeiros, como empréstimos, exchanges de criptoativos, seguros, derivativos e gestão de recursos. Chamados de Aplicações Setoriais, correspondem a 70% do índice. Os protocolos DeFi no ETF da Hashdex são: Unisawap, AAVE, Compound, Maker, Yearn, Curve, Syntheix e AMP

Protocolos de suporte DeFi

Auxiliam os protocolos DeFi com serviços de armazenamento e consulta de dados, verificação de identidade e soluções de escalabilidade: Polygon, Chainling e The Graph. Chamados de serviços On-Chain, eles correspondem a 15% do índice.

Plataformas de Smart Contracts

Settlement Layers ou blockchains nativas em que as transações são validadas e registradas. Desta categoria, a selecionada foi a rede Ethereum. A posição de investimento corresponde a 15% do índice.

Vale a pena investir em DEFI11?

Assim como todo investimento de renda variável, o DEFI11 é mais recomendado para perfis de investidores mais arrojados. O foco é o investimento para longo prazo, uma vez que as aplicações negociadas na bolsa são mais sensíveis a mudanças no cenário político e econômico e aos próprios acontecimentos no setor de atuação das empresas.

Por isso, antes de investir, é importante que você tenha objetivos definido definidos quanto ao prazo do investimento e ao uso dos recursos. Caso você não tolere variações de preço ou perder o capital investido, o ideal é buscar aplicações mais conservadoras, como os investimentos de renda fixa, por exemplo.

Mas uma vez que você entende os riscos e o potencial de retorno dessas aplicações e tem disposição para esperar mais tempo para resgatar o dinheiro, o DEFI11 pode ser uma boa opção.

Outras formas de investir em tecnologia

Que tal investir em startups de uma forma simples e sem precisar de muito dinheiro? A G2D Investments pode te ajudar!

A G2D é uma empresa de Venture Capital com papéis negociados na bolsa sob o código G2DI33. Investindo nesse papel, qualquer pessoa consegue ter acesso a uma estratégia sofisticada, que antes só estava disponível para grandes investidores.

Nós investimos em startups e empresas privadas de alto crescimento, ajudando a estruturar os negócios até a fase do IPO. Assim, fazemos uma curadoria dos negócios que entendemos que são promissores e oferecemos essa diversificação para qualquer pessoa por meio de uma única aplicação, assim como um ETF.

Em nosso portfólio, temos marcas comprometidas com ESG e diversidade, além de startups que desenvolvem tecnologias disruptivas. Alguns nomes são: Mercado Bitcoin, Quero Educação, Blu, entre outros.

Agora que você sabe mais detalhes sobre o DEFI11, que tal entender outras formas de diversificar os seus investimentos? Conheça mais sobre o nosso trabalho e descubra uma forma muito mais simples de investir em startups e Venture Capital, incluindo as empresas que fazem parte do grupo de unicórnios da G2D.

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