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5 min de leitura 20 junho. 2022

High tech: como investir em tecnologia de ponta

# G2D Investments
High tech: como investir em tecnologia de ponta

Imagine um mundo onde os smartphones substituem a necessidade de dinheiro ou cartões de crédito, as ruas são monitoradas por softwares de reconhecimento facial e as fábricas operam sozinhas. Esse mundo high tech já é realidade em alguns locais do planeta.

É o caso de Shenzhen, por exemplo. A cidade chinesa é conhecida por ser um verdadeiro laboratório de inovação. Lá estão sediados alguns dos negócios mais inovadores do mundo e a alta tecnologia está completamente inserida na rotina dos habitantes.

Que tal entender como funcionam as empresas de tecnologia de ponta? Siga conosco neste artigo para saber tudo sobre esse mercado.

O que significa high tech?

High tech é o termo que une as palavras high e technology, isto é, alta tecnologia ou tecnologia de ponta em português. Em geral, negócios deste segmento estão ligados a produtos ou serviços de eletrônicos, de computadores e  de pesquisa científica.

Elas desenvolvem tecnologias em laboratórios e centros de pesquisa, como é o caso de Shenzhen, que abriga as gigantes tecnológicas Huawei e Tencent. Eventualmente, caso as inovações criadas tenham sucesso, acabam transformando o comportamento humano e a economia.

No mercado financeiro, portanto, um ativo deste nicho é uma ação de uma empresa que desenvolve tecnologias sofisticadas. Apesar das ações de companhias de tecnologia avançada apresentarem um grande potencial de rendimentos, este é considerado um investimento de risco.

Afinal, as ações deste mercado tendem a ser bastante arriscadas devido à intensa concorrência. O sucesso da empresa também pode ser incerto, mas, caso a tecnologia se torne muito popular, acaba rendendo um alto retorno para o investidor.

Indústrias high tech: quais são os segmentos que estão despontando?

O setor de indústrias de tecnologia de ponta vem despontando em alta velocidade na última década. Antes, as maiores companhias do mundo eram petroleiras como a Exxon Mobil e conglomerados como a General Eletric. Atualmente, o ranking foi tomado por big techs como a Apple, Microsoft, Alphabet e Amazon.

Elas estão entre as cinco maiores empresas globais no quesito de capitalização de mercado. Enquanto a Apple produz uma variedade de tecnologias, como computadores e smartphones, a Microsoft desenvolve softwares e outras soluções inovadoras, por exemplo.

No Brasil, especialistas têm uma expectativa de crescimento para os setores de tecnologia da informação e telecomunicações. Conforme levantamento da IDC a respeito do mercado local, o segmento de TI deve crescer 10,6% em 2022, enquanto o de telecomunicações, 4%.

Atualmente, o Brasil detém 1,65% dos investimentos em tecnologia em nível global. Já na América Latina, o país representa uma parcela muito maior: 40% do capital aplicado no setor. Em 2021, foram US$45,7 bilhões aplicados em softwares, hardwares e serviços, o que colocou o mercado brasileiro na décima posição do ranking global de investimentos.

Outras tendências apresentadas indicam crescimento nas áreas de implantação do 5G, de serviços relacionados a Internet das coisas, de cybersecurity e de big data.

High tech ou tech enabled: qual é a diferença?

Existe uma diferença importante entre as organizações que trabalham com tecnologia, e essa informação pode ser importante para quem está interessado em investir. Em geral, especialistas do mercado dividem essas empresas entre as categorias high tech e tech enabled (ou “habilitadas para a tecnologia”).

Enquanto uma companhia de tecnologia avançada pesquisa e desenvolve tecnologias de ponta do zero, as tech enabled usam tecnologias já existentes com objetivo de solucionar um problema.

Ou seja, empresas high tech entregam produtos completamente novos ao mercado, ao passo que as tech enabled aproveitam inovações já desenvolvidas para criar novos produtos ou serviços.

A Uber, por exemplo, não inventou a tecnologia por trás dos carros, smartphones e cartões de crédito. Contudo, uniu esses três produtos em um só serviço, criando um modelo de negócio disruptivo que é baseado em tecnologia de ponta.

Essa é uma distinção importante analisada por investidores de startups, seja em Venture Capital ou investidores-anjo. A partir dela, é possível avaliar os pontos fortes e fracos de um negócio e suas principais competências.

Como a G2D te ajuda a investir em empresas de tecnologia

A G2D Investments é uma companhia de Venture Capital que investe em tecnologias de ponta. Em nosso portfólio, temos marcas de consumo disruptivas e empresas inovadoras – pelo menos oito delas já são unicórnios.

O Mercado Bitcoin é uma das empresas que integram o portfólio da G2D. Trata-se da a maior plataforma de ativos digitais da América Latina. O Mercado Bitcoin permite que investidores comprem e vendam criptoativos e outros ativos digitais.

Empresas de biotecnologia como a NotCo e a Seed Health também fazem parte da G2D. A NotCo uma empresa chilena que usa a tecnologia para produzir alimentos à base de plantas, sevindo como alternativos aos produtos de origem animal.

Já a Seed Health é uma empresa especializada em microbiologia com o objetivo de criar inovações para a saúde do consumidor e do meio ambiente. Para acessar essas companhias disruptivas em uma única aplicação, basta digitar o código G2DI33 no home broker da sua corretora de investimentos.

Agora que você está por dentro do mercado high tech, continue informado com a ajuda da G2D. Assine a nossa newsletter para receber as novidades e análises dos nossos especialistas a respeito do mercado financeiro.

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