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5 min de leitura 22 novembro. 2022

Vale a pena ter investimentos alternativos na carteira?

# G2D Investments
Vale a pena ter investimentos alternativos na carteira?

Os investimentos alternativos estão ganhando força e atraindo investidores com apetite por inovação, que buscam a oportunidade de apostar em empresas com grande potencial de crescimento.

Além de representarem a possibilidade de bons retornos financeiros, as aplicações não convencionais são uma forma de diversificar a carteira de investimentos. Porém, será que vale a pena alocar capital em investimentos alternativos? Neste post, a gente explica!

O que são investimentos alternativos?

Investimentos alternativos são aqueles que não se encaixam nas categorias tradicionais do mercado financeiro. Eles podem ser bens de consumo, como imóveis, joias, relógios, vinhos e obras de arte, sujeitos à valorização de preço e às negociações.

Um exemplo conhecido é o relógio da marca Rolex. Ele sempre foi um artigo cobiçado, mas, recentemente, houve um intenso aquecimento no mercado, e as vendas dispararam. Esse crescimento da demanda chegou a gerar filas e até aumento da procura em brechós de luxo.

Isso também ocorre com as commodities e os direitos autorais, que configuram investimentos alternativos passíveis de compra e venda, podendo sofrer valorização ou desvalorização como qualquer outro ativo.

Alguns ativos do mercado financeiro também se enquadram nessa classe de investimentos, como é o caso das criptomoedas e dos fundos de investimento alternativos, como o Venture Capital. Neste artigo, vamos focar nessas opções.

Diferenciais dos investimentos alternativos

A principal vantagem dos investimentos alternativos é a oportunidade de financiar projetos específicos e investir em empresas não tão conhecidas, mas que apresentam um enorme potencial de crescimento e inovação.

Apesar de trazerem maior possibilidade de retorno que ativos tradicionais, como as aplicações de renda fixa ou variável, os investimentos alternativos têm as próprias particularidades e podem oferecer riscos.

Por isso, é importante conhecer as diferenças entre esses dois tipos de investimento antes de decidir onde alocar dinheiro. A seguir, falaremos dos fundos tradicionais e dos fundos alternativos.

Fundos de investimentos

Antes de nos aprofundarmos sobre os investimentos alternativos, é importante explicarmos como os fundos de investimentos funcionam: eles aplicam os recursos dos investidores e dividem o retorno da operação entre todos, conforme o valor aplicado.

De acordo com a Anbima, o bom desempenho dos fundos em 2021 na diferença entre aplicações e resgates de recursos foi impulsionado pelo fundo de renda fixa, que teve saldo líquido de R$ 215,2 bilhões, enquanto o de ações somou apenas R$ 73,3 bilhões. O fundo de multimercados, que reúne renda fixa e ações, viu a captação líquida recuar 43%.

Fundos imobiliários

Os investidores que querem aplicar capital nos empreendimentos do mercado imobiliário, sem precisar comprar diretamente um imóvel, têm os fundos de investimentos imobiliários (FIIs) como alternativa.

O resgate das cotas (fatias do patrimônio adquiridas pelo investidor) não é permitido nos fundos imobiliários, que são fechados. O rendimento é isento de Imposto de Renda nessas carteiras.

Dois exemplos de investimentos alternativos: Venture Capital e Private Equity

Finalmente, chegou a hora de explorar as vantagens dos investimentos não convencionais e saber um pouco mais sobre os fundos de investimento alternativos, além de aprender como investir nessa modalidade.

Venture Capital

Venture Capital é um fundo de investimento que se concentra em startups. A contrapartida do investimento é a participação societária na empresa e, em alguns casos, o direito de integrar o conselho de administração.

O objetivo do Venture Capital é financiar pequenas e médias empresas em estágio inicial, mas que têm um ótimo potencial de expansão. O foco são as companhias em estágio pré-IPO, ou seja, que ainda não abriram capital na Bolsa de Valores.

Com o objetivo de ajudar as empresas a crescer e obter bons resultados, essa modalidade permite que os investidores contribuam com participações mais ativas nas companhias que receberam o aporte.

Private Equity

É comum confundir o Private Equity com o Venture Capital. No entanto, há diferenças entre esses fundos alternativos. A principal delas diz respeito ao tipo de empresa que recebe os recursos financeiros.

Ao contrário do que ocorre com o Venture Capital, no Private Equity, o investidor financia negócios já consolidados, mas que ainda têm potencial para expandir e gerar valor.

Assim, trata-se de um fundo de investimento direcionado a empresas tradicionais e mais maduras no mercado. O objetivo é financiar a inovação e a ampliação dessas companhias.

Como investir nos fundos de investimentos alternativos

Antes de começar a investir, o primeiro passo é conhecer o seu perfil. Você pode ser conservador e preferir aplicações mais seguras (mesmo que sejam menos rentáveis). Também pode ser agressivo e optar pelos investimentos mais arriscados em busca de melhores resultados. Outra opção é ficar no meio-termo, sendo moderado.

Entender seu perfil de investidor é importante para saber onde investir. Em geral, os investimentos alternativos são mais recomendados para quem tem perfil agressivo ou moderado. A G2D investe em empresas com potencial de crescimento global e que já estão em estágio pré-IPO.

Invista em Venture Capital com a ajuda da G2D

Os investimentos alternativos são excelentes oportunidades para diversificar sua carteira e ter resultados mais consistentes. Nós, da G2D, podemos ajudar você nessa empreitada! Visite o nosso site e entenda como investir em Venture Capital.

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