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6 min de leitura 24 novembro. 2021

Livro Brasil Fintech: um panorama do setor feito por mulheres

# G2D Investiments
Livro Brasil Fintech: um panorama do setor feito por mulheres

O Brasil tem tudo para se tornar uma Nação Fintech. Essa é a premissa do livro Brasil Fintech, uma coletânea de artigos que traça um panorama do segmento no país e tem lançamento marcado para o início de dezembro. 

Escrito por 31 acadêmicas e executivas com experiências distintas, a obra propõe discussões sobre bancos digitais e wallets, mercado de crédito, mudanças regulatórias, Open Banking, finanças descentralizadas (DeFi ou Decentralized Finance, na sigla em inglês), entre outros temas. O prefácio do livro foi escrito por Bedy Yang, sócia da 500 Startups.

Projeto conduzido por Jihane Halabi, Mareska Tiveron e Bianca Lopes, o livro chega ao mercado em um momento de expansão dos investimentos em Venture Capital no país.  

Atualmente, existem 1.158 fintechs no Brasil. Somente nos primeiros três meses de 2021, elas captaram US$ 517 milhões em investimentos, o que representa 25% de todos os recursos que foram investidos em 2020. Os dados são do Distrito Fintech Report 2021, 

Nesse contexto, a coletânea tem o objetivo de mostrar o que está sendo construído por aqui quando se fala em tecnologia para o mercado financeiro. 

Brasil Fintech e o ecossistema de startups financeiras no Brasil 

Coordenadora do projeto, a advogada Jihane Halabi conta que foi um acaso o livro ter sido escrito só por mulheres: “Quando começamos a pensar nas pessoas que estão por trás de um Brasil Fintech e que adoraríamos ter em nosso livro, percebemos que a maioria são executivas incrivelmente talentosas.”  

Especialista em regulamentação bancária, a sócia do escritório Halabi e Chang participou de discussões sobre o marco regulatório das startups no Brasil, com foco nas fintechs. Ela assina um artigo sobre os avanços na regulação de pagamentos no varejo, explorando as oportunidades e o potencial desse segmento. 

Não queríamos mais um almanaque. Para isso, trabalhamos quase um ano para construir uma linha narrativa que suportasse alguns dos temas mais importantes para entender o ecossistema de fintech e suas oportunidades no país”, diz Halabi. 

Capa do Livro Brasil Fintech

(Capa do livro Brasil Fintech, uma coletânea de artigos que traça um panorama do setor no país)

Desconstruindo o complexo de vira-lata 

Sócia de Halabi e uma das autoras do livro, a advogada Anne Chang fala do desafio de escrever sobre inovação em um ambiente em que as coisas mudam muito rápido: “Eu escrevi sobre moedas virtuais, por exemplo, e teria falado do metaverso (e não só de jogos) se fosse escrever o artigo hoje”. 

Ela conta que o Brasil Fintech não é um material de introdução, mas busca mapear o cenário atual e oferecer perspectivas para o futuro. Além disso, o conteúdo também traz exemplos de como o país está despontando no cenário global quando se trata de tecnologia financeira. 

“O Pix, por exemplo, é inovador e referência mundial. O Banco Central do Brasil ganha prêmios de inovação. Então, a ideia foi criar uma perspectiva ampla do cenário atual, trazer esses temas para conhecimento público e fomentar a discussão dos players de mercado”, conta Chang.

“A gente acaba tendo um efeito sombra, quase uma síndrome de vira-lata, que faz com que a gente não perceba os avanços brasileiros”, diz a advogada. 

Trazendo mais pessoas para a conversa  

O objetivo do livro Brasil Fintech, segundo suas autoras, é inspirar e incentivar quem investe, quem empreende e quem quer entrar nesse mercado.

Em seu artigo sobre criptomoedas, Chang procura mostrar como esse universo é mais simples e menos intimidador do que parece. Ela destaca que, na definição internacional, até milhas aéreas podem ser chamadas de moedas virtuais. 

“Eu não entendo de programação ou de protocolo TCP/IP, mas uso e-mail. É um pouco dessa acessibilidade que eu quis trazer para o tema para convidar mais pessoas para a conversa.”

O lançamento do livro Brasil Fintech pela editora Linotipo Digital acontece no dia 2 de dezembro. Veja mais detalhes neste link. 

Em ordem alfabética, as autoras do livro Brasil Fintech são: 

Aline Oliveira Pezente: Head global de Marketplace na agrotech Indigo; 

Ann Williams: Executiva-chefe de Operações (COO) na fintech Creditas; 

Anna Lygia Costa Rego: doutora em Direito Econômico pela USP, desenvolve pesquisas em Psicologia Econômica e regulação dos mercados financeiros; 

Anne Chang: advogada e sócia do escritório Halabi e Chang, é diretora da Berkeley Global Society no Instituto de Tecnologia e Inovação; 

Beatriz Tunussi: diretora de Delivery da Mastercard, é consultora sênior para projetos de pagamentos e fintechs; 

Bianca Lopes: cofundadora da Talle, empresa de comunicação com foco em mercado financeiro e tecnologia, uma das coordenadoras do projeto; 

Bruna Losada: pós-doutora em Finanças pela Columbia University; 

Carol Elizabeth Conway: diretora de Assuntos Regulatórios no Grupo Uol para PagSeguro e PagBank; 

Carolina Strobel: operating partner da Redpoint eventures; 

Claudia Yoshinaga: coordenadora do Centro de Estudos em Finanças da FGV; 

Cynthia Almeida: head de Compliance na Checkout.com; 

Heloiza Canassa: jornalista especializada em economia e finanças, com MBA pela FGV-SP; 

Jacqueline Oliveira: responsável por Parcerias de Pagamentos para o Facebook no Brasil; 

Jihane Halabi: coordenadora do projeto, é advogada especialista em regulamentação bancária e parceira do programa Lift Learning do Banco Central do Brasil; 

Julia De Luca: tech manager no Itaú BBA; 

Kelly Cristina Gallego Massaro: presidente-executiva da ABRACAM, Associação Brasileira de Câmbio; 

Larissa Medeiros: jornalista participante de projetos para divulgação do Open Banking no Brasil, como Efeito Open Banking e Papo Pix; 

Lívia Belfort: gerente de Gestão, Gestão e Estratégia do Banco do Brasil; 

Luiza Machado: líder de Governança de PLDFT na Stone; 

Mareska Tiveron: Executiva-chefe de Risco e Compliance da Zoop, fintech do Grupo Movile, também coordenadora do projeto 

Mariana Lázaro: CFO da SumUp América Latina; 

Mariana André: gerente tributária da SumUp América Latina; 

Marília de Cara: diretora jurídica de pagamentos na Uber América Latina; 

Natália Fritzen: analista de Políticas Públicas no Nubank; 

Priscilla Koo Wilkens: mestre em Administração Pública pela Universidade de Cornell; 

Rafaela Nogueira: economista-chefe da Zetta e Relações Institucionais do Nubank; 

Raquel Nadalin: head de Delivery na Mastercard 

Salma Mendoza: diretora de Pagamentos Online da fintech mexicana Conekta; 

Sandra Bolfer: sócia e diretora de Compliance da Stone; 

Silvia Valadares: fundadora e CEO da Kozmic Work, startup de Blockchain que automatiza processos de coleta de dados para empresas; 

Thais Gobbi: diretora de assuntos jurídicos e regulatórios no Grupo Uol, com foco em PagSeguro e PagBank. 

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O que é a G2D investimentos

A G2D é uma plataforma global de investimentos em empreendimentos promissores quando o assunto é tecnologia disruptiva e crescimento acelerado. Está listada na B3 como (G2DI33)