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9 min de leitura 18 novembro. 2021

Quais são os melhores investimentos para 2022?

# G2D Investiments
Quais são os melhores investimentos para 2022?

A chegada de um novo ano sempre é uma oportunidade para revisar estratégias e, se for preciso, mudar os planos. Com as suas aplicações financeiras não é diferente. Por isso, confira a partir de agora o passo a passo para encontrar os melhores investimentos para 2022 e tornar os seus resultados mais consistentes.

Nos últimos anos, o Brasil vem passando por um momento de transição quando se trata de tipos de investimentos. Antes, a taxa Selic estava em patamares mais altos e levava a uma concentração nos investimentos de renda fixa, especialmente nas aplicações mais tradicionais e conservadoras.

Nos últimos anos, porém, a taxa básica de juros atingiu os menores níveis da história e isso despertou maior interesse por outras possibilidades. Entraram no radar a renda variável (ações, BDRs, ETFs, FIIs) e até ativos alternativos, como o investimento em venture capital e startups, por exemplo.

Com a volta da inflação e da taxa Selic a níveis mais altos, é até natural que as pessoas queiram voltar para a renda fixa tradicional. No entanto, em um mundo cada vez mais conectado e sujeito a turbulências, diversificar investimentos é cada vez mais importante. Por isso, confira a partir de agora algumas ideias para otimizar a sua carteira de investimentos no ano que chega.

>>> Veja mais: Quais são os melhores bancos digitais para ter conta?

Qual é o melhor investimento para 2022?

O melhor investimento é aquele que respeita o seu perfil e está de acordo com os seus objetivos, mas sabemos que essa resposta não basta para você. Portanto, vamos fazer um rápido exercício.

Pensando no que você já aprendeu em nosso post sobre metas para 2022, escolha os dois ou três principais alvos financeiros que você quer alcançar. a partir daí, responda o seguinte:

  • Quanto dinheiro você precisa ter para realizar o objetivo?
  • Qual é o esforço que você precisa fazer para ter a quantia necessária?
  • Em quanto tempo você quer realizar essa meta?
  • Pensando no risco de perda de parte do capital investido, quanto dinheiro seria aceitável perder para tentar alcançar uma rentabilidade maior?

Perceba que a resposta para essas perguntas não é tão simples e depende muito do seu contexto: da sua situação financeira, do seu custo de vida, das possibilidades de aumento de renda ao longo do tempo e das chances de a sua vida mudar completamente nesse meio tempo (mudança de país, nascimento de um filho e assim por diante).

E mesmo considerando todos esses pontos, é perfeitamente possível ter respostas diferentes para cada um dos seus objetivos. Um pode ser mais conservador, outro pode aceitar um pouco mais de risco. Novamente, depende do seu contexto e do que você deseja alcançar.

Melhores investimentos para 2022: opções em renda fixa

A renda fixa acabou virando sinônimo de investimentos conservadores. Mas, na verdade, ela oferece muito mais possibilidades. Seja para compor a sua reserva de emergência, seja para investir em projetos de longo prazo, ela tem opções com diferentes prazos de vencimento e níveis de risco.

A maior parte dos investimentos de renda fixa está sujeita ao Imposto de Renda Regressivo (entre 22,5% e 15% sobre o lucro do investimento, sendo que a alíquota menor vale para aplicações a partir de dois anos).

Para aplicações com menos de 30 dias, também vale o Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF, que também incide sobre o lucro do aporte de forma regressiva. A alíquota começa em 96% no primeiro dia e vai a zero no 30º dia.

Outro ponto importante é a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos, o FGC, que vale para aplicações de até R$ 250 mil por conglomerado financeiro, considerando o teto de R$ 1 milhão por CPF. Essa garantia, porém, não vale para algumas modalidades.

Confira as opções a seguir:

CDB

CDB é a sigla para Certificado de Depósito Bancário, uma aplicação em que você empresa dinheiro para um banco por um determinado tempo em troca de juros na hora da devolução do capital investido. As opções são:

  • CDB de liquidez diária: apesar de ter um prazo de vencimento definido, pode ser resgatado a qualquer momento;
  • CDB Prefixado: a rentabilidade é dada por uma taxa fixa. Sendo assim, é possível saber exatamente o quanto a aplicação vai render;
  • CDB Prefixado + IPCA: a rentabilidade é dada por uma taxa fixa, mais a variação da inflação medida pelo IPCA no período do investimento.

Tesouro Direto

A plataforma do Tesouro Direto é o meio pelo qual as pessoas podem comprar títulos públicos. As modalidades disponíveis são semelhantes ao CDB, porém, a liquidez é imediata. Para os pedidos de resgate feitos até 13h, o valor é processado no mesmo dia (D+0). Após esse horário, o prazo é de um dia útil, ou D+1.

No entanto, além do Imposto de Renda, existe ainda uma taxa de custódia de 0,25% ao ano, que incide sobre o valor total investido e os rendimentos.

  • Tesouro Selic: seu desempenho acompanha a Selic, a taxa básica de juros da economia;
  • Tesouro Prefixado: a rentabilidade é dada por uma taxa definida;
  • Tesouro IPCA+: a rentabilidade é composta por uma taxa prefixada, mais a variação do IPCA no período da aplicação.

Os títulos públicos não contam com a garantia do FGC, mas são considerados investimentos seguros por serem emitidos pelo governo.

LCI/LCA 

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) também são investimentos oferecidos por bancos e funcionam de acordo com a mecânica do CDB, com variações pré e pós-fixadas. O principal diferencial para quem investe é a isenção de Imposto de Renda.

No entanto, elas não costumam ter liquidez diária: há opções no mercado com resgate a partir de 90 dias. Por esse motivo, esse tipo de aplicação acaba sendo interessante para planos de prazo curto a médio.

CRIs, CRAs e Debêntures

Esses são os títulos privados emitidos por empresas. Eles não contam com a garantia do FGC, ou seja, oferecem um risco maior para quem está investindo. Dessa forma:

  • CRIs e CRAs: semelhantes à LCI e à LCA, eles são os Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio. Também são isentos de IR, mas oferecem mais risco por serem baseados nas contas a receber de empresas desses setores;
  • Debêntures: títulos de dívida corporativa usados para financiar projetos de companhias. São títulos com prazo mais longo, de cerca de dez anos. São isentos de IR na modalidade Infraestrutura e, por esse motivo, também são conhecidos como Debêntures Incentivadas.

Fundos de investimento

Os fundos de investimento são um universo à parte. Eles se desdobram em várias categorias, considerando os tipos de ativos em que investem e a estratégia de cada gestor. Na renda fixa, as opções são:

  • Fundo DI: oferecem liquidez e têm rendimento muito próximo da taxa Selic, pois a maior parte de sua carteira está em títulos públicos;
  • Fundos de Crédito Privado: costumam ter títulos bancários na carteira e são interessantes para quem já ultrapassou o limite da cobertura do FGC. No, entanto, não oferecem essa garantia;
  • Fundos de Debêntures: montam uma carteira diversificada com esses títulos e, na versão Infraestrutura, oferecem isenção de IR;
  • Fundos de Direitos Creditórios: também chamados de FIDCs ou fundos de recebíveis, sua carteira reúne títulos lastreados em contas a receber. É como investir em um fundo que aplica em CRIs e CRAs, por exemplo.

Investimentos em renda variável para 2022

A renda variável é caracterizada pela imprevisibilidade dos rendimentos e pela ausência de um prazo de vencimento das aplicações. Além disso, os ativos são negociados em uma plataforma pública (a bolsa de valores) em que os preços podem ser acompanhados em tempo real. 

Esses tipos de investimento costumam ser mais sensíveis às mudanças nos cenários econômico e político. No entanto, por estarem ligados à produtividade das companhias, oferecem a possibilidade de retorno exponencial no longo prazo. Tratam-se de:

  • ações e BDRs: as partes de uma empresa que são negociadas publicamente. Quem investe é chamado de acionista ou investidor e, a partir do investimento, torna-se sócio do negócio. Há papéis que dão direito a receber proventos, como dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP ou JSCP);
  • ETFs: replicam o comportamento de índices de mercado, como o Índice Bovespa (Ibovespa, o principal indicador do mercado brasileiro de ações). Por isso, também chamados de fundos de índice;
  • fundos imobiliários (FIIs): compram imóveis ou ativos relacionados a esse mercado e negociam suas cotas na bolsa de valores. Dão direito ao recebimento de rendimentos mensais, hoje isentos de IR;
  • commodities e outros derivativos: contratos relacionados a outros ativos, como soja, café, petróleo e boi gordo no caso das commodities. Outros exemplos de derivativos são opções de ações, contratos de dólar, juros e índices (como o próprio Ibovespa).

Investimentos fora da bolsa de valores

Além dos investimentos disponíveis nos mercados públicos, vale a pena abrir o leque e explorar os ativos que não estão na bolsa de valores. Muitas pessoas já fazem isso empiricamente, investindo em imóveis ou empreendendo, por exemplo. Entre os tipos de investimento nesse universo temos:

  • Ativos alternativos: todo tipo de investimento que não se encaixa nas categorias tradicionais de renda fixa ou renda variável. Podem ser ativos reais, como imóveis (Real Estate), obras de arte, participação em empresas (Private Equity) e assim por diante;
  • Venture Capital: investimentos em empresas de pequeno e médio porte, também com grande potencial de crescimento. É nela que se enquadra o investimento em startups, por exemplo.

Essas opções, que antes estavam disponíveis apenas para quem tinha muito dinheiro para investir, estão cada vez mais perto da realidade do investidor médio.

A G2D Investments, por exemplo, oferece uma solução para que qualquer pessoa possa investir em Venture Capital de forma simples e diversificada. Estamos listados na B3 sob o ticker G2DI33. Ou seja, basta ter acesso a um home broker para investir. 

Agora que você já sabe como escolher os melhores investimentos para 2022, que tal conhecer mais sobre a G2D e a nossa estratégia de investimentos? Assine a nossa newsletter, fique por dentro das últimas novidades em tecnologia e saiba como investir melhor.

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O que é a G2D investimentos

A G2D é uma plataforma global de investimentos em empreendimentos promissores quando o assunto é tecnologia disruptiva e crescimento acelerado. Está listada na B3 como (G2DI33)