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5 min de leitura 25 março. 2022

O que acontece em uma Oferta Pública de Aquisição?

# G2D Investments
O que acontece em uma Oferta Pública de Aquisição?

Uma empresa que tem ações negociadas na bolsa de valores pode, eventualmente, querer fechar o seu capital. Para isso, precisa fazer uma OPA, a Oferta Pública de Aquisição.

Essa decisão pode ser tomada por diferentes motivos, mas afeta diretamente todos os investidores da empresa, uma vez que, ao decidir pela OPA, o acionista majoritário ou o grupo que controla a empresa terá de comprar todas as ações disponíveis no mercado. 

Dessa forma, a companhia não fica mais disponível para nenhuma pessoa investir. Ou seja, deixa de ser uma empresa negociada em um mercado público. Neste texto, vamos abordar como uma Oferta Pública de Aquisição funciona, o que leva uma empresa a fazer esse processo e como isso afeta os investidores. Acompanhe!

O que é uma OPA?

De maneira geral, uma Oferta Pública de Aquisição de ações ocorre quando uma empresa fecha total ou parcialmente o capital na Bolsa de Valores, de maneira voluntária ou obrigatória. Em suma, é quando uma companhia não fica mais disponível para investimento de nenhuma pessoa. 

Por vezes, uma OPA não significa necessariamente o fechamento de capital, mas pode ser que um grupo de investidores queira ter mais controle sobre uma empresa. Para isso, ele adquire uma boa parcela das ações dos sócios minoritários, ou seja, qualquer pessoa que tenha os papéis da companhia.

Fato é que uma Oferta Pública de Aquisição representa uma mudança significativa na configuração da companhia, por isso deve passar por órgãos reguladores, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no caso do Brasil. Dessa forma, evita-se que os investidores menores sejam prejudicados por essa decisão.

Diferenças entre OPA, IPO e Follow-on

Além da OPA, existem outros dois processos comuns no mercado de capitais: a Oferta Pública Inicial, IPO, na sigla em inglês, e o Follow-on, Oferta Subsequente. É importante entender bem a diferença entre os três.

  • IPO: processo pelo qual uma empresa decide abrir capital na Bolsa de Valores, marcando a primeira negociação pública das ações da companhia; 
  • Follow-on: serve para empresas que já estão na Bolsa, mas decidem disponibilizar mais ações no mercado para captar mais dinheiro para investimentos ou aquisições. Portanto, só pode ocorrer depois de uma IPO.

Como uma OPA funciona?

A OPA exige uma comunicação transparente com os acionistas minoritários e os órgãos reguladores. Por isso, todo o processo é comunicado via publicação de fato relevante na CVM, uma das ferramentas que as empresas usam para divulgar comunicados a todo o mercado. 

Depois disso, outra companhia é indicada para calcular o preço justo das ações da empresa que decidiu por uma OPA (valuation). Para isso, são usados alguns indicadores, como a cotação média dos papéis da empresa no último ano, o fluxo de caixa e o patrimônio líquido do empreendimento. 

Feito isso, dois terços de todos os acionistas devem concordar com a avaliação em assembleia para a OPA ser aprovada. Assim, o acionista majoritário ou o grupo de investidores faz a oferta para adquirir a maior parcela da empresa. Então, o capital pode ser fechado na Bolsa.

Motivos que levam a uma OPA

Da mesma maneira que uma companhia opta por ser negociada de forma pública para captar recursos, ela também pode decidir que essa captação já não é mais necessária e querer um controle mais centralizado. Com a OPA, a empresa passa a ser mais controlada pelos sócios majoritários, o que pode facilitar diversas tomadas de decisão. 

O processo também pode ser motivado por uma cotação muito baixa das ações ou quando os controladores acreditam que a empresa possui uma boa perspectiva de crescimento e decidem colher os frutos sem continuar com o capital aberto na Bolsa. 

O que acontece com os investidores?

Para o mercado de capitais, uma OPA pode ser um processo ruim, justamente porque retira uma opção de investimento e reduz a captação de recursos. Por isso, de forma geral, uma Oferta Pública de Aquisição é mal vista pelos agentes financeiros. 

Pelo lado do investidor, se o processo ocorrer de forma transparente, e a oferta de compra ocorrer acima do valor de mercado da empresa em questão, há poucos danos. 

É importante dizer que, durante todo o processo, os investidores minoritários devem saber exatamente como se dará esse fechamento de capital para não saírem prejudicados.

Invista com a G2D

É importante que o investidor conheça todos esses mecanismos disponíveis no mercado financeiro para não se surpreender. As Ofertas Públicas de Aquisição acontecem com menos frequência que os IPOs, mas necessitam da atenção do investidor para evitar prejuízos. 

Uma das facilidades que a G2D oferece é ter um time especializado em encontrar as melhores oportunidades de investimento, aumentando a taxa de sucesso para os investidores minoritários. Investimos em diversos setores, desde varejo até educação, tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos. Conheça mais do nosso portfólio.

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