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23/3/2022

Quais são os tipos de ativos financeiros para seu perfil de investidor?

Por
Redação G2D

O mercado financeiro pode ser muito atrativo para quem deseja ver o dinheiro render. Mesmo assim, é necessário dar um passo de cada vez. Antes de decidir onde investir, conheça duas coisas: os tipos de ativos e o seu perfil de investidor.

Ao montar a sua carteira, é importante pensar nos seus objetivos e considerar a diversificação como estratégia para proteger seus investimentos. Afinal, ao aplicar em apenas um setor, se alguma eventualidade afetá-lo, como a inflação, por exemplo, a sua perda pode ser maior.

Mas não se preocupe! Preparamos um material com tudo o que você precisa saber para descobrir o seu perfil, como investir em ativos, de que maneira diversificar a sua carteira e atingir suas metas.

Diferença entre ativos e passivos

Você sabe o que são ativos e passivos e como ter uma relação saudável com eles, visando seus objetivos financeiros? No âmbito contábil, os ativos representam a geração de renda, enquanto os passivos significam as despesas e as obrigações financeiras.

Um mesmo artigo pode ser considerado ativo ou passivo. Um exemplo disso é o carro. Se você adquiriu um automóvel para trabalhar e gerar renda, ele é um ativo. Porém, se usá-lo apenas para sua locomoção, ele é um passivo, pois, além de desvalorizar com o tempo, gera despesas, como imposto e combustível.

Ao falar de investimentos, também há diferenciação entre ativos e passivos. No mercado financeiro, os ativos são investimentos, como títulos de renda fixa e ações. Já os passivos são pensados a longo prazo, de maneira que permitem menos acompanhamento do investidor, como os ETFs (Exchange Traded Funds).

É importante frisar que renda ativa é aquela que é gerada diretamente, por meio do trabalho ou dos lucros de participação em uma empresa. A renda passiva é a gerada a partir de rendimentos de investimentos, como juros e dividendos.

Os ETFs acompanham determinado índice, como o Ibovespa, por exemplo, que possui uma carteira com as ações mais líquidas negociadas na Bolsa brasileira. Eles têm taxa de administração e podem acrescentar uma taxa de performance.

Geralmente, a meta do investidor é o rendimento ativo, ou seja, quando o dinheiro gera valor sem precisar de esforço. Assim, a independência financeira é alcançada quando há renda ativa o suficiente para manter o padrão de vida sem outras fontes.

Conheça os tipos de ativos

Com os seus objetivos traçados, escolha os investimentos que tenham chances de trazer o resultado que você espera, conforme o tempo disponível e o risco que está disposto a correr. Descubra os tipos de ativos financeiros abaixo

Ativos de reserva financeira

A reserva financeira corresponde a seis meses de gastos médios. Esse montante é essencial para todos os investidores, já que serve como uma proteção para você não precisar resgatar nenhum investimento quando ocorrer alguma eventualidade, como perda do emprego ou gasto extra.

O montante da sua reserva é um ativo financeiro para se proteger contra imprevistos ou aproveitar oportunidades. O ideal é que fique alocado em um investimento seguro, que pode ser resgatado a qualquer momento. Reserva aplicada em investimento seguro se multiplica, só que em um ritmo mais lento.

Ativos de crescimento de capital

Quando o objetivo é justamente multiplicar o montante, os ativos de crescimento de capital, ou seja, do patrimônio, podem ser uma boa opção. Com potencial de retorno maior, o risco de investimento também aumenta. Geralmente, essa aplicação foca no longo prazo.

Ativos de geração de renda

Alguns exemplos são os dividendos das ações e os rendimentos de fundos imobiliários (FII).

Assim, há uma combinação da acumulação de patrimônio com o recebimento de parte do rendimento com determinada frequência, podendo compor a já citada renda ativa.

Ativos no mercado financeiro

Agora que você já conhece os tipos de ativos, chegou o momento de saber os nomes que circulam pelo mercado financeiro. O primeiro é o mais famoso investimento da renda variável: a ação, uma fatia de determinada empresa listada na bolsa.

Ao comprar uma ação, na verdade, o investidor está se tornando sócio da companhia. A remuneração pode ocorrer com a venda dos papéis e os proventos, como dividendos e juros sobre capital próprio.

Também há o investimento em renda fixa por meio de títulos públicos, emitidos pelo governo federal, por meio do Tesouro Nacional, com o acréscimo de juros, por funcionar como um empréstimo.

O Tesouro Prefixado tem rentabilidade fixa, informada no momento da aplicação. O Tesouro Selic tem rendimento atrelado aos juros básicos e retorno pós-fixado. Já o Tesouro IPCA tem parte prefixada somada à variação da inflação.

Outros ativos de renda fixa são os títulos privados, emitidos por bancos e instituições financeiras. Entre os exemplos, vale destacar o Certificado de Depósitos Bancários (CDB), que possui risco reduzido devido ao Fundo Garantidor de Crédito, cujo limite para CPF ou instituição é de R$250 mil. O FGC funciona como uma espécie de seguro e garante que o dinheiro investido seja devolvido em caso de falência do banco.

Além do CDB e dos títulos públicos, você encontra outros ativos de renda fixa, como a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), a Letra de Crédito do Imobiliário (LCI), os títulos de dívidas privadas (debêntures) e a Letra Financeira (LF).

Como investir em ativos financeiros?

Mesmo conhecendo os tipos de ativos, falta um passo importante para começar a investir, mencionado logo no começo deste texto: saber o perfil de investidor.

Quando há preferência por segurança em vez de rentabilidade, estamos falando de um perfil conservador. Se você está disposto a correr um pouco de risco, sem deixar de ter segurança, então, se enquadra no perfil moderado. Já arrojado opta pela possibilidade de um rendimento maior, mesmo que isso seja mais arriscado.

O ideal é montar uma carteira diversificada de ativos, que respeite o seu perfil de investidor e os seus objetivos financeiros.

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