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7 min de leitura 07 março. 2022

Seed capital e o combustível para começar um negócio

# G2D Investments
Seed capital e o combustível para começar um negócio

O seed capital é o combustível para tirar uma startup do papel. Os recursos são usados para testar uma ideia de negócio e entender se existe mercado para a solução que a empresa propõe.

Segundo a plataforma Fundz, que agrega dados de startups em todo o mundo, o volume médio de aportes seed capital ficou em 2,2 milhões de dólares em 2020.

Nos últimos anos, com a queda de taxas de juros no mundo, investidores têm buscado cada vez mais o Venture Capital como uma forma de fazer o seu dinheiro render mais. Com mais recursos disponíveis, mais startups têm acesso a financiamento privado e conseguem desenvolver empresas que podem eventualmente se tornar grandes corporações.

O seed capital está no início dessa jornada. Existem, inclusive, fundos especializados nesse momento específico de um negócio. A partir de agora, você vai entender as características de um investimento seed, quais fundos investem nessa fase e como identificar os negócios vencedores já nessa etapa. Confira!

O que é seed capital?

Seed capital ou capital semente é a primeira rodada de investimento em uma startup. É aquele momento em que fundadores vão buscar financiamento privado para estruturar a empresa, montar times, testar o produto, criar uma base de clientes, fazer pesquisas e validar o seu modelo de negócio. Também é chamado de investimento seed, rodada seed, seed money ou seed financing.

Embora capital semente seja frequentemente usado ​​como sinônimo de Venture Capital, eles não são a mesma coisa. A diferença entre seed capital e Venture Capital trata do estágio de maturidade do negócio e da quantidade de dinheiro envolvida nas transações.

O capital semente é geralmente usado para desenvolver uma ideia de negócio para que ela possa ser apresentada para fundos de Centure Capital, que têm grandes quantias de dinheiro para investir. Se esses fundos gostarem da ideia, geralmente obtêm uma participação na startup em troca de investir em seu desenvolvimento.

O capital levantado na fase seed tende a ser apenas o suficiente para ajudar uma startup a se erguer. Só vencendo essa etapa é que uma empresa está pronta para passar o chapéu novamente e levantar mais dinheiro.

Se a empresa for bem-sucedida, consegue atrair o interesse de bancos e fundos de capital de risco. Nenhum deles está inclinado a investir grandes somas de dinheiro em uma nova ideia que existe apenas no papel, a menos que venha de um empreendedor de sucesso.

O financiamento é fornecido geralmente em troca de uma participação na empresa ou nos lucros do negócio. Nessa fase, é muito comum que o funding venha de familiares, amigos e pessoas que conhecem os fundadores do negócio. Por isso, o networking acaba sendo um dos fatores decisivos. Existe até um termo usado pelo mercado nesse sentido: family and friends.

Dependendo do contexto, esse termo pode indicar a fonte de financiamento de um projeto ou a estratégia de lançamento de um produto: primeiro para family and friends; depois, para testadores beta (beta testers) e em seguida para o público em geral.

Ao todo, as startups passam por quatro grandes fases de financiamento: capital semente, capital de risco, capital mezanino e abertura de capital na bolsa (IPO).

Tipos de seed capital

Investimento pré-seed

Essa é uma fase tão inicial que muitas vezes ela nem é considerada como uma rodada de investimento. É aqui que entram os recursos próprios dos fundadores, o famoso bootstrapping.

Dependendo da natureza da empresa e dos custos iniciais, essa etapa pode acontecer mais rápido ou pode demorar mais tempo. Também é provável que os investidores neste estágio não estejam fazendo um investimento em troca de ações na empresa.

Aceleradoras de startups

São organizações que financiam projetos em fase inicial. Além do funding, elas também dão mentoria e capacitação para empreendedores e ajuda no networking. Elas até disponibilizam espaços físicos, caso as startups não tenham escritórios. Em troca, elas detêm participação acionária no negócio e lucram com o seu crescimento no longo prazo.

As aceleradoras costumam entrar em cena quando um negócio está perto de receber uma rodada de investimento ou atingir o break even (quando a operação da empresa começa a se pagar).

Incubadoras de startups

O papel de uma incubadora de startups é fazer pequenos negócios crescerem. Mas isso pode ser feito por vários caminhos: mentoria e consultoria, pesquisa acadêmica ou de mercado, desenvolvimento de novas tecnologias ou financiamento dos negócios.

O trabalho pode se confundir com o de uma aceleradora em algum nível, mas a principal diferença entre uma incubadora e uma aceleradora é o propósito: as incubadoras buscam atender necessidades regionais ou do governo.

Investimento anjo

É feito por alguém que deseja investir individualmente em empresas com grande potencial de crescimento. Geralmente, atrai executivos ou investidores experientes que conhecem determinado mercado.

Um investidor-anjo geralmente tem participação minoritária no negócio. A pessoa também pode fazer parte do dia a dia da empresa integrando o seu Conselho de Administração, por exemplo.

Esses investidores geralmente são indivíduos de alto patrimônio líquido (HNWIs ou High Net Worth Inviduals). Os recursos podem ser dados como empréstimo ou em troca de participação na empresa. O valor médio de um investimento anjo no exterior fica entre US$ 25 mil e US$ 100 mil. No Brasil, varia entre R$ 15 mil e R$ 100 mil.

Hub de inovação

Com foco na comunidade empreendedora, oferecem soluções para esse público, levantando dados, oferecendo mentoria e consultoria e proporcionando oportunidades de networking. Também podem ter espaços físicos cedidos para o trabalho.

Não necessariamente oferecem recursos para investimento em empresas, mas conectam startups com possíveis financiadores. Alguns exemplos são:

  • Acate, a Associação Catarinense de Tecnologia;
  • Cubo, do Itaú com a Redpoint eventures;
  • Distrito Fintech, focado em empresas de serviços financeiros;
  • InovaBra, do Bradesco;
  • Labbs, hub do Banco do Brasil no Vale do Silício;
  • Wayra, da Vivo.

Braços de Venture Capital de grandes empresas

Grandes empresas podem ter iniciativas de encontrar e desenvolver novos negócios para melhorar ou diversificar a sua própria operação.

Essas empresas podem desenvolver competições (hackathons) e dar mentorias para startups em diversas fases de desenvolvimento e absorver suas ideias. Alguns exemplos são:

  • Google Ventures (GV): braço de Venture Capital da Alphabet, holding que controla o Google;
  • Salesforce Ventures, da empresa de SaaS Salesforce;
  • Intel Capital, da fabricante de processadores de computador Intel.

Vale a pena investir em seed capital?

A fase inicial de uma empresa é o momento em que ela corre mais risco de falhar. No entanto, caso a startup tenha sucesso, o retorno é exponencial na mesma medida do crescimento.

Por isso, investir em uma empresa em fase de seed capital pode ser interessante para quem pode abrir mão de seu patrimônio por algum tempo, aguardando a evolução do negócio para a próxima etapa. As soluções para investir são o investimento anjo

Por outro lado, empresas mais avançadas na fase pré-IPO oferecem um risco menor e ainda assim pode trazer retornos substanciais. Isso porque a etapa de ganhar escala costuma ser aquela em que as empresas mais crescem.

Como a G2D ajuda você a investir em startups

A G2D Investments é uma empresa global de Venture Capital com ações negociadas na bolsa de valores. Com o código G2DI33, qualquer pessoa pode ter acesso a startups de alto crescimento, posicionadas em grandes mercados e com o propósito de mudar o mundo para melhor.

Em nosso portfólio, temos empresas no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa focadas em tecnologias disruptivas e bens de consumo. Com uma só aplicação, você pode investir em um portfólio que já tem pelo menos oito unicórnios.

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